Pantera Negra: ditadura não tem cor e sim classe

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Wakanda é um país ditatorial onde o poder é passado de pai para filho através de uma cerimônia de cartas marcadas onde quem participa são as demais casa reais de outras tribos, tudo já previamente arrajando. Ao mesmo tempo é um país isolacionista que abdicou de combater as misérias sociais e políticas do continente em que esta inserido (como a escravidão, apartheid), e muito menos ainda perante o sofrimento das populações afrodescendentes pelo mundo a fora.

As coisas mudam de forma mas não de conteúdo, como resposta ao mundo cada vez mais global Wankanda resolve intervir mas apenas no campo da assistência social, novamente abidicando de qualquer tipo de transformação social, fácil de entender pois afinal é país ditatorial, monárquico e claramente xenofobo. Onde quem propoe a revolução social global dos negros e pobres não é um comunista e sim o “vilão” do filme, Killmonger, que na sua cena final diz: “Jogue o meu corpo no oceano. Como todos os meus ancestrais que pularam dos barcos porque sabiam que a morte era melhor do que o cativeiro.” escravidão essa que o desfile do Paraíso do Tuiti mostrou ainda estar presente quando perguntou no seu Samba Enredo: “Meu deus, meu deus ainda existe escravidão?”. Parece que o Pantera Negra apesar da pose e da marra é mais um reformador social que enxerga o mundo pelas lentes da elite, um elite negra é verdade mas uma elite. Diga-se ainda de passagem que o grande responsável por essa mudança efetiva de posição isolacionista de Wakanda foi Killmonger, cuja militância botou em xeque o governo do Pantera, conseguindo apoio de pelo menos uma das tribos.

Pantera Negra é a realização dos sonhos molhados dos obamas da vida, de mostrar que os negros (hispanicos, gays, etc) podem ser incluídos como parte da elite de exploração da massa da população de negros (hispanicos, gays, brancos, etc) pobres, e assim aumentar a base social de apoio do sistema.

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Os canhôes mercenários do Google agora se voltam contra os trabalhadores! A pedido do governo Temer a gigante da internet prepara ofensiva para direcionar as pessoas para conteúdos favoráveis a reforma da previdência proposta pelo Temer. :(

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Google e governo federal podem ser parceiros pela reforma da previdência - InfoMoney
Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/mercados/politica/noticia/7204436/google-governo-federal-podem-ser-parceiros-pela-reforma-previdencia

 

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Esse é um projeto que temos muito orgulho de ter iniciado dentro do TRT8

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O Nacional Jovem conversou nesta terça-feira (28), com a desembargadora presidente do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 8ª Região, Suzy Elizabeth Cavalcante Koury, sobre o aplicativo SimVida, que permite que qualquer cidadão faça denúncias anônimas sobre trabalho infantil, escravo, em condição degradante, com riscos de acidente e até mesmo de crimes. O aplicativo abrange todos os municípios dos estados do Pará e do Amapá.

Segundo a desembargadora, esse aplicativo tem como objetivo criar na sociedade uma cultura de prevenção, com participação ativa. Segundo ela, o cidadão deve baixar o aplicativo, que é gratuito, no seu celular, tirar uma foto da situação que deseja denunciar e enviar a denúncia com a foto anexada. Não é necessário colocar o endereço, pois o aplicativo consegue localizar a foto.

Leia e ouça a integra em: http://radios.ebc.com.br/nacional-jovem/2017/03/conheca-o-aplicativo-para-denuncias-simvida

“Ver o racismo como um ‘problema dos negros’ é um privilégio dos brancos”

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Outra entrevista, desta vez sobre a temática do racismo

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O Brasil está longe de ser uma democracia racial, como inúmeros fatos demonstraram ao longo de 2017. A demissão do apresentador William Waack, da TV Globo, depois de dizer que uma buzina insistente era  “coisa de preto”, uma festa em que secundaristas se fantasiaram de faxineiras e entregadores de pizza, a fala do ministro Luís Roberto Barroso sobre Joaquim Barbosa ser um “negro de primeira linha”, os novos ataques online sofridos por personalidades como a atriz Taís Araújo, a apresentadora Maria Júlia Coutinho e a Miss Brasil 2017, Monalysa Alcântara, entre outros, ampliaram o debate sobre o tema. Os brancos, porém, pouco discutiram sobre seu papel nessa história.

Em entrevista a The Intercept Brasil, a pesquisadora Lia Vainer Schucman fala sobre hierarquias raciais e a sua relação com os privilégios da branquitude.

O que significa ser branco em nossa cultura? Quais acessos, possibilidades e vantagens são garantidos aos brancos em função do racismo? Qual o papel dos brancos no combate ao problema? Em entrevista a The Intercept Brasil, a pesquisadora Lia Vainer Schucman fala sobre hierarquias raciais e a sua relação com os privilégios da branquitude.

“É um processo individual, coletivo e institucional. Depois de reconhecer que há privilégios por conta do racismo, quem quer se opor ao problema tem que fazer uma vigilância constante”, diz Schucman. Doutora em Psicologia Social pela Universidade de São Paulo (USP), ela enfatiza que o racismo não pode ser combatido somente com educação. “O racismo é um problema material. A educação ajuda, mas não se combate o racismo sem redistribuição de renda, terra e poder”, afirma a pesquisadora.

The Intercept Brasil: O que é a branquitude? Qual a sua relação com o racismo?

Leia mais em: https://theintercept.com/2018/01/12/ver-o-racismo-como-um-problema-dos-negros-e-um-privilegio-dos-brancos/

“O Brasil está experimentando uma das maiores desindustrializações da história da economia”

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Interessante entrevista analisando os aspectos econômico da política de auteridade e do pós golpe no Brasil

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Você se considera de esquerda? Mesmo acostumado a dar entrevistas, essa pergunta ainda faz gaguejar Ha-Joon Chang, professor de economia da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, que se tornou conhecido por expor os problemas do capitalismo. “Bem...eu possivelmente sou”, respondeu um pouco reticente o acadêmico, como quem confessasse um pecado. Para ele, no mundo polarizado de hoje, admitir-se de qualquer tendência ideológica pode significar uma sentença de morte para um potencial diálogo. Além disso, em diferentes países, a percepção de direita e esquerda é diferente. “Na Coreia do Sul e Japão, por exemplo, o tipo de política industrial que defendo é considerada de direita. Já na Inglaterra, onde vivo hoje em dia, é uma política de esquerda”, afirmou o autor sul-coreano do best-seller Chutando a Escada: A Estratégia do Desenvolvimento em Perspectiva Histórica (Editora Unesp), que veio ao Brasil participar do Fórum de Desenvolvimento, em Belo Horizonte. Ha-Joon Chang conversou com o El PAÍS sobre polarização política, história econômica e o futuro do sistema econômico mundial, que, para ele, não é nem capitalista, nem socialista.

Leia mais em: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/01/05/economia/1515177346_780498.html

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