Propostas do lablivre

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Algumas ideias e propostas para o novo governo estadual:

Ideia central: criar condições para uma maior participação da sociedade, especialmente nas perfiferias, nas ações de cidadania promovidas pelo estado.

Atividades de cidadania e não de assistencialismo.

Participação, cidadania e empreendedorismo

  • Banco popular: Linha de crédito para financiar emprendimentos nos locais de atuação do estado. Projeto nos moldes do Fundo ver-o-sol, porém com valores atualizados. Sem exigência de fiador, apenas com aval social.
  • Central de editais e projetos: Seleção de editais, capacitação e apoio na execução de projetos aprovados em editais em áreas e locais de necessidade de proteção social, selecionados pelo estado.
  • Hackfest de defesa de direitos: Evento para participação da sociedade na proposição de ações, projetos de lei e plataformas para a promoção dos direitos humanos
  • Sistema de patrimônio cultural: plataforma para integrar, divulgar, educar e proteger o patrimônio cultural paraense
  • Conselho estadual de cidadania
  • Cidadania online (smartcittizen) e offline

Referências:
Atualmente a Cidadania Digital baseia-se nos seguintes elementos segundo Mike Ribble:

  • Lei digital: Restrições legais e os direitos do cidadão que auxiliam no uso da tecnologia;
    No Brasil: Marco Civil da Internet e Lei de Acesso a Informação.
  • Saúde e bem-estar digital: Bem-estar físico e intelectual do cidadão conectados ao uso da tecnologia;
  • Comunicação digital: Troca de informações com o uso da tecnologia;
  • Segurança digital: Cuidados que as pessoas devem tomar ao se conectar a Internet;
  • Direitos e Responsabilidades digital: Garantia de privilégios, obrigações e liberdades aos usuários online;
  • Acesso digital: Inclusão social e eletrônica;
  • Comércio digital: Compra e venda de produtos na Internet;
  • Alfabetização digital: O usuário saber como e quando utilizar a tecnologia digital;
  • Etiqueta digital: Conduta correta dos usuários ao acessarem a tecnologia digital;
Oficina de metareciclagem do lablivre

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Um celular poderia durar 12 anos se sua vida não fosse encurtada de propósito

 

Meias que se esgarçam no primeiro uso, lâmpadas com vida útil de apenas 1.000 horas e máquinas de lavar roupa que funcionam pouco mais de cinco anos. A obsolescência programada afeta produtos de múltiplos setores, entre os quais estão os têxteis, os eletrodomésticos e, também, os smartphones, que em muitos casos ficam mais lentos e começam a falhar dois anos depois de comprados.

“No momento, absolutamente todos os fabricantes de telefones celulares adotam essa prática. Quando o celular fica mais lento ou certos aplicativos não funcionam, o usuário já começa a pensar que é normal", afirma Benito Muros, presidente da Fundação Energia e Inovação Sustentável Sem Obsolescência Programada (Feniss). Atualmente, a vida útil de um telefone, observa ele, é de dois anos. Depois disso, é comum que eles comecem a dar problemas e Muros explica que o reparo pode custar até 40% do que se gastaria na compra de um novo. "Se a obsolescência programada não existisse, um telefone celular teria uma vida útil de 12 a 15 anos", diz.

No curso de metareciclagem do Lablivre você aprende a como reusar o lixo eletrônico: http://bit.ly/reusocelular



A Autoridade Garantidora da Concorrência e do Mercado da Itália (AGCM, na sigla em italiano) impôs há duas semanas uma multa de cinco milhões de euros (222 milhões de reais) à Samsung e outra de dez milhões à Apple por forçarem os clientes a realizar atualizações de software que tornam os telefones celulares mais lentos. Ambas as empresas foram acusadas pela AGCM de adotar "práticas comerciais desleais" que causaram "avarias graves [nos dispositivos] e reduziram significativamente seu funcionamento, acelerando assim a sua substituição por produtos mais novos".

Tags:
Atividades divulgas em mídias online

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Este artigo é um pequeno resumo das atividades mais relevantes do Lablivre que sairam nas mídias online  

    • Tema: Oficinas de desenvolvimento de aplicativos culturais indígenas
        ◦ Link: https://ww2.ufpa.br/imprensa/noticia.php?cod=10371
        ◦ Resumo: Oficina para criação de aplicativo sobre cultural indigena

    • Tema: Plataforma de denúncias sobre trabalho precário - SIMVIDA
        ◦ Link:http://amatra8.org.br/trt8-vence-o-premio-nacional-de-comunicacao-e-justica/
        ◦ Resumo: SIMVIDA, aplicativo de registro de acidentes de trabalho.

Projeto ReusAR

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REUSAR
Rede colaborativa de educação ambiental, reciclagem
e reuso de resíduos eletroeletrônicos.

CONTEXTO

No Brasil, de acordo com dados de pesquisa do Banco Mundial, a produção de lixo eletrônico (e-lixo) deve aumentar para 8 quilos/habitante por ano em 2015 (http://goo.gl/DqxdKG), ao mesmo tempo que temos um aumento na produção e-lixo, existe falta de informação ao cidadão de como proceder para o descarte de forma segura, e a falta de um serviço eficiente por parte dos governos e empresas para a sua coleta, tudo isso acaba levando o descarte do lixo eletrônico dentro do lixo doméstico acarretando uma poluição ainda mais grave do meio ambiente. Somente na Região metropolitana de Belém onde vivem 2.581.661 (segundo estimativa de 2014 do IBGE) são produzidos mais de 20.000 toneladas de RAEE por ano (2015).

Apesar desses problemas o lixo eletrônico desperta interesse pelo seu alto potencial de reciclagem possibilitando que empresas e cooperativas possam explorar esse mercado, o que falta e uma maior ligação entre os integrantes deste ciclo econômico e social do e-lixo. Uma tonelada de placas de computador tem mais ouro que 17 toneladas do próprio minério bruto, segundo artigo publicado na revista da USP (http://goo.gl/K2u7NH).

No bairro da Terra Firme, onde pretendemos implantar o projeto, existe uma projeção, levando-se em conta seus 61.439 habitantes e uma quantidade estimada de 08 quilos de lixo eletroeletrônicos para cada pessoa, de uma produção anual de aproximadamente 491.000 quilos de REE.

DESCRIÇÃO RESUMIDA DA PROPOSTA DO PROJETO

Conceitualmente podemos definir o chamado de Lixo Eletrônico como todo resíduo material produzido pelo descarte de equipamentos eletroeletrônicos. Com o crescente uso destes equipamentos no mundo atual, este tipo de lixo tem se tornado um grande problema ambiental quando não descartado em locais adequados, pois todo ano são produzidas 40 milhões de toneladas. Lixo eletrônico também é chamado de e-lixo ou ainda de RAEE (Resíduos de Aparelhos Eletroeletrônicos).

A plataforma Reusar é uma rede colaborativa de empresas, entidades públicas, organizações e pessoas para tratar do problema do lixo eletrônico (e-lixo). A plataforma permite o mapeamento colaborativo de pontos de entrega voluntária permitindo ao usuário encontrar rapidamente um local próximo para o descarte do lixo, permite ainda o registro sobre acúmulo de lixo em ruas, rios e outros locais encaminhando essas informações para as autoridades competentes, outra funcionalidade é a oferta ou venda de e-lixo para empresas e demais interessados nesse tipo de resíduo criando uma mercado virtual,  ainda teremos nesta plataforma conteúdo informativo sobre o reuso de equipamentos eletrônicos, sobre reciclagem e sobre meio ambiente.

A plataforma Reusar tem como objetivos dar orientação adequada sobre o descarte do lixo eletrônico e dar os instrumentos tecnológicos para empoderar o cidadão permitindo que de forma colaborativa sejam mapeados os pontos críticos de acumulo de lixo, notificando as autoridades competentes, também permite a criação de um banco de dados sobre empresass, cooperativas de catadores e demais interessados.

A tecnologia da plataforma já teve seu desenvolvimento iniciado, resultando em um protótipo a ser testado em campo, além disso já existe uma articulação da equipe do projeto com grupos e organizações culturais, educacionais e religiosas do bairro da Terra Firme proveniente de um outro projeto de mapeamento social e cultural já realizado.

Este aplicativo pode também cumprir o papel da prevenção do aparecimento do e-lixo dando orientações sobre como usar melhor os aparelhos eletroeletrônicos e desta forma prolongar a vida útil dos mesmos, ou ainda indicando pessoas e organizações que possam utilizar esses equipamentos evitando o seu descarte.

A plataforma possuirá um web-site como base, onde serão realizadas as funções de moderações dos registros realizados no aplicativo, e que também ira exibir as suas informações geolocalizadas.

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Avaliação do Usuário

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Via blog da Fundação Mozilla.

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