PORQUE DEPOIS DE ASSANGE E DE SNOWDEN AINDA CONFIAMOS NOSSOS DADOS EM PLATAFORMAS DE ESPIONAGEM?

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Tenho participado de vários eventos online e presenciais, de reuniões, treinamentos, conversas na área da cultura, da tecnologia social, do empreendedorismo e da administração pública o que é bastante comum nesses eventos é ver as pessoas utilizando softwares de empresas e países denunciados diversas vezes por colaborar com a espionagem de potencias ocidentais, notadamente os USA e Europa, além das três irmãs (USA, Reino Unido e Austrália).

 

Pessoas que utilizam tecnologias proprietárias(inseguras), obsoletas, caras ou com poucos recursos quando EXISTEM alternativas baratas, livres (seguras), atuais e com muitos recursos criativos para atender as mesmas demandas de trabalho e produção. Ainda esta, ou deveria esta, clara a lembrança de todas as denuncias de Assange e de Snowden sobre o uso que países já citas fazem dos recursos tecnológicos que as empresas de seus países disponibilizam para os usuários dos países subdesenvolvidos como o Brasil, qualquer aparelho repressivo aliado teria acesso a dados valiosos, qualquer empresa americana/europeia teria acesso a tecnologias inovadoras graças aos atalhos. aos backdoors que esse corporações estabelecem em seus softwares.

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De ferramentas de observação e inteligência, os drones, especialmente os de mais fácil acesso, os drones domésticos ou civis tem sido empregado com viés cada vez mais ativo, desde  instrumento para o atentando a bombas contra Nicolas Maduro na Venezuela chegando à ação de jogar fezes e urina em evento do PT, portanto abre-se uma área nova de embate político nos céus do Brasil.

Para além das redes sociais e seus robôs novas técnicas e novas ferramentas estarão sendo usadas pela direita na tentativa de evitar a vitória das esquerdas nas eleições deste ano

E depois da referida ação contra o evento do PT, o uso de drones domésticos, tem sido apontada como a ferramenta que está despontando para uso político tanto de comunicação, intimidação, levantamento de dados e até mesmo como instrumento ofensivo.

MEDIDA PROVISÓRIA - o antirracista que todo burguês ama

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De temática forte, emocional, atualíssima porém com execução desastrosa. Fala da milhares de apagamentos, mas salta os olhos o apagamento que o filme faz em relação à Marielle que mulher, negra, lésbica que não foi sequer visualizada num cartaz, muro, fala ou folheto. O quase nojo da palavra quilombo, preferindo a palavra americanizada de afrobunker. A criminalização do movimento social ao igualar o estado fascista e o movimento afrobunker ao mostrar numa mesma sequência as duas únicas mortes violentas do filme, uma realizada "sem querer" numa briga entre o personagem do seu Jorge e os representantes do estado fascista e outra dentro do afrobunker também em uma briga. A referência no material de propaganda do filme como sendo Black Mirror e Parasita novamente sem fazer referência ao principal filme distópico brasileiro do séc. XXI: Bacural! O filme de Lazaro Ramos é um filme liberal na sua ideologia (by USA), na sua proposta e nada tem a ver com o movimento popular, não é à toa que o seu final, muito interessante, seja Capitu e Antonio fugindo sós, salvando apenas a si mesmos, algo que me parece ter sido, por ato falho, autobiográfico.

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